
Adrielli Almeida
ela/dela romantasia fanfic mitologia grega felizes para sempre
Adrielli Almeida mora em Curitiba, se formou em Letras e começou sua carreira como autora escrevendo fanfics na internet. Autora de Perfeitos estranhos e Enquanto o universo não desmoronar, também publicou diversas histórias de maneira independente. Quando não está lendo novels chinesas e ouvindo k-pop, você pode encontrá-la nas redes sociais fofocando sobre suas coisas favoritas.
Obras agenciadas
Perfeitos estranhos
Aos dezoito anos, Penélope Belmonte tinha tudo sob controle: o futuro planejado, notas perfeitas e a presidência do clube de amigurumi no Instituto Agatha Troiano, colégio interno no Paraná. Mas a descoberta de que Benji, seu primeiro amor, passou o verão dividido entre ela e sua prima Helena vira sua vida de ponta-cabeça. No centro das fofocas da escola, Penélope tenta lidar com a ansiedade e com a sensação de ter perdido não só um amor, mas também a reputação.
Minho Moon, por outro lado, não se importa com sua reputação. Filho de um empresário coreano e de mãe brasileira, ele é herdeiro de uma gigante dos cosméticos, gênio em esgrima e especialista em causar problemas. À beira da expulsão do IAT, precisa se inscrever em algum clube extracurricular e encontra em Penélope a oportunidade perfeita: o clube de amigurumi ainda tem vagas, e ela precisa de um aliado para enfrentar a escola inteira.
Então, Minho faz uma proposta ousada: dar à escola uma fofoca maior ainda, fazendo da garota mais falada do colégio sua improvável nova namorada. O que começa como um plano conveniente logo se complica quando, entre aulas de crochê, treinos de esgrima, e passeios a cavalo, eles percebem que podem estar costurando algo verdadeiro. Só que Penélope guarda um segredo: ela enxerga os fios do destino que ligam cada pessoa à sua alma gêmea — e o dela ainda está preso ao ex que a magoou, enquanto Minho simplesmente não tem fio nenhum. Dividida entre o que sempre acreditou e a chance de escrever o próprio futuro, Penélope terá de decidir se o que existe entre ela e Minho vale o risco de desafiar o destino.
Perfeitos estranhos é uma história sobre segundas chances, coragem e o poder de escolher o próprio caminho — mesmo quando o destino parece já ter sido traçado.
Enquanto o universo não desmoronar
Alice é a única sobrevivente do acidente de carro que matou seu irmão Thiago e sua melhor amiga Isabelle. Quando sai do hospital, o que a espera é uma cidade cheia de olhares e sussurros curiosos, o quarto vazio de Thiago, onde sua mãe não entra, e a escola em que ela não é a única que sente o vácuo deixado por Isabelle.
Rodrigo também não sabe como lidar com a ausência deixada pela morte da namorada. Sem Isabelle, o céu parece estar caindo diariamente, embora o mundo nunca termine de acabar. Mais ninguém parece entender isso além da garota de cabelo colorido que nunca gostou dele, mas que agora é a única que compartilha esse vazio.
Em festas secretas regadas a suco de abacaxi com vodca, em velhos balanços na pracinha, nos corredores da escola, em ruas desesperadoramente familiares e para sempre transformadas, Rodrigo e Alice se encontram, se unem e se afastam, tentando compreender tudo que perderam e talvez, apenas talvez, enquanto o universo não desmoronar, tudo que ainda há para encontrar ― inclusive um no outro.
Beleza monstruosa
Clarice tem sete anos quando encontra Ivy pela primeira vez, durante as férias de verão que está passando na casa da avó. Depois que a mãe foi embora, ela não sabe bem como manter uma relação com o pai e a primeira estação sem a mãe é o suficiente para definir o resto da sua vida.
Ivy sempre se sentiu deslocada em seu próprio mundo, isso porque seus pais são, na verdade, homens-monstro. Mas seus sentimentos mudam ao ver Clarice. Quando elas se conhecem, é a primeira vez que Ivy vê alguém tão parecida consigo. Também é a primeira vez que algo tão simples quanto gostar de alguém parece impossível.
Através de flores, verões e cartas, Clarice e Ivy constroem uma relação que parece ser impossível por pertencerem a universos diferentes. E, talvez, amar alguém que está a um mundo de distância não seja a escolha mais sensata para se fazer – mesmo para garotas com portas mágicas.








